sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

EJACULAÇÃO FEMININA




EJACULAÇÃO FEMININA... 
... ESSE É UM ASSUNTO POLÊMICO! 
ALGUNS DIZEM QUE NÃO EXISTE; OUTROS DIZEM QUE JÁ TIVERAM OU FIZERAM TER; ALGUNS TEM VERGONHA DE SE MANIFESTAR, ETC.
EU RESOLVI FALAR DISSO AQUI, PARA QUE NENHUMA DESAVISADA PENSE QUE ESTÁ FAZENDO XIXI NO PARCEIRO E PARA QUE ELE NÃO PENSE QUE ESTÃO URINANDO NELE!
ÀS VEZES A QUANTIDADE DE LÍQUIDO É GRANDE, E PARECE QUE É... MAS NÃO É!
TAMBÉM, PARA QUE ELA TENHA ARGUMENTOS, QUE AJUDEM A EXPLICAR AO PARCEIRO QUE NUNCA VIVENCIOU A EXPERIÊNCIA, O QUE ESTÁ ACONTECENDO.
EXPLICANDO COM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS, OU LENDO PARA ELE ESTA MATÉRIA AQUI NO BLOG.
UM PARCEIRO INTELIGENTE E SEM PRECONCEITOS, ENTENDERÁ. 
CASO CONTRÁRIO, É MELHOR SE QUESTIONAR SE VALE A PENA TER UM PARCEIRO QUE CASTRE SEU PRAZER, SUA SEXUALIDADE, SUA CONDIÇÃO DE FÊMEA. QUE NÃO TE PERMITA "SER MULHER". 
MULHER SATISFEITA É MULHER FELIZ E FIEL!
ENTÃO PROCUREI UM ARTIGO DE UMA SEXÓLOGA, COM QUEM ME IDENTIFICO E QUE ADMIRO MUITO, POR SEU JEITO SIMPLES DE EXPLICAR AS COISAS,
É A TATIANA PRESSER - www.tatianapresser.com.br 
ENCONTREI TAMBÉM UMA MATÉRIA, COMPLETÍSSIMA NESTE BLOG: 
Germano Barbosa Jornalista e Radialista  http://souzaoliveira.com/germano/?p=869 
ESTÁ LOGO APÓS A MATÉRIA DA TATIANA PRESSER. LEIAM TUDO, POIS VALE A PENA. EM MATÉRIA DE SEXO, QUANTO MAIS A GENTE APRENDE SOBRE NÓS E SOBRE O OUTRO, SOBRE PRÁTICAS E NOVIDADES, MELHOR FICA NOSSO DESEMPENHO E A GARANTIA DE SATISFAÇÃO DO NOSSO PARCEIRO(A)! 
"Yo no creo en las brujas... pero las hay, hay! - Ô! E se haaayy!"
"Eu não acredito em bruxas... mas que elas existem, existem! Ô! E SE EXISTEEEEM!"
...Bem, cada qual com sua experiência!
Nós não vemos o ar, nem as bactérias e vírus (sem a ajuda de um microscópio); e só porque não os vemos, não significa que não existam. O ar é invisível, no entanto, sem respirar, é impossível sobreviver!
Então, não é só porque você nunca vivenciou a situação, que ela não existe. Devemos estar sempre abertos às novas possibilidades e experiências!

ESPERO TER AJUDADO A ABRIR MENTES E HORIZONTES! BEIJOS, LORENA HORTA.


Com a palavra os estudiosos e profissionais da área:
TATIANA PRESSER COMEÇA COM A CARTA DE UM LEITOR. ELE DIZ O SEGUINTE:
"TENHO 58 ANOS E TIVE UMA NOITE SEXUAL COM UMA MULHER DE 56. NO DECORRER DO ATO, PERCEBI QUE ELA, NUM MOMENTO DE PRAZER, URINOU NA CAMA.
ELA FOI AO BANHEIRO, MAS NADA COMENTOU, NÃO SEI SE POR VERGONHA.
FIQUEI CHATEADO, POIS ACHEI QUE ELA DEVERIA DIZER ALGUMA COISA, PEDIR DESCULPAS... GOSTARIA DE SABER SE ISSO É NORMAL E SE AS MULHERES SEMPRE FAZEM ISSO NO MOMENTO DE PRAZER, OU SÓ AS VEZES? OBRIGADO, X."
Oi X, o seu affair (parceira/caso) não tinha porque pedir desculpas a você. Aliás, você deveria se sentir lisonjeado com o que aconteceu. Não que isso tenha sido provocado por você, mas porque ela tem uma boa relação com o próprio corpo, e sabe tirar o máximo de prazer durante as relações sexuais.
A sua companheira ejaculou, coisa comum entre muitas mulheres, especialmente, quando elas têm o Ponto G estimulado manualmente ou via penetração. Essa ejaculação não é, nem tem cor ou cheiro de urina, sendo que a sua quantidade pode variar, entre uma colher de sopa a meio litro de líquido.
Querido, é importante você se informar direito, porque você pode estar perdendo uma ótima companheira sexual, por causa de um preconceito, vindo da pura ignorância.
"EJACULAÇÃO FEMININA NÃO É AQUILO QUE VEMOS NOS FILMES PORNÔS! 
Onde um jato atravessa o quarto e chega à parede. Isso acontece com as atrizes que aprendem a fazer, inserindo água na vagina."
Já foi conferido em laboratório que este líquido é basicamente composto pelas mesmas substâncias da ejaculação masculina, menos o esperma, claro!
Apesar de a ejaculação sair pela uretra, este canal se fecha para a liberação da ejaculação. Impedindo o encontro com a urina. 
Se houver urina, são apenas uns resquícios, que não podem ser identificados a olho nu.

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Encontrei também esta matéria, completíssima no blog: Germano Barbosa jornalista e radialista, neste link:http://souzaoliveira.com/germano/?p=869

Ejaculação feminina – mito ou realidade?

15 de novembro de 2010
Por Germano Barbosa
Mateus Nogueira e Eva Nogueira
O fenômeno acontece quando a mulher expele uma grande quantidade de líquido, que muitas vezes é confundido com a urina, como será descrito abaixo. Durante o processo a mulher sente uma onda de prazer muito forte, algumas descrevem como a coisa mais excitante que já experimentaram na vida.
O assunto é polêmico, mas uma parte expressiva da comunidade científica já reconhece a existência da ejaculação feminina. As divergências ficam por conta da utilização do termo “ejaculação” (emissão de líquido em jatos), considerado inadequado pois na mulher a coisa não acontece bem assim. É preciso entender que a palavra ejaculação é, nesse caso, usada em sentido figurado.
Outro aspecto a ser considerado é que nem toda mulher ejacula, embora todas estejam aptas para tal, e mesmo as que ejaculam não o fazem sempre.
O certo é que algumas mulheres acabam liberando, sim, um líquido depois do orgasmo, e em quantidade até maior que a do sêmen (de 15 a 200 ml), podendo molhar bastante o lençol. É um líquido claro, às vezes leitoso, outras vezes transparente, ralo e geralmente inodoro, produzido nas glândulas de Skene. Não tem nada a ver com o líquido que lubrifica a vagina, permitindo a penetração, pois nesse caso seria produzido no início da relação sexual e não no auge do orgasmo.
As pesquisas revelaram que na quase totalidade dos casos em que o fenômeno foi observado, a ejaculação feminina ocorreu durante ou logo após orgasmos obtidos através da estimulação do ponto G, com o dedo ou com o pênis.
A reação das pessoas em relação à ejaculação feminina varia da repugnância ao êxtase, da perplexidade à aceitação. 

Uma mulher de 27 anos relata o que sentiu quando ejaculou pela primeira vez: “Quando aconteceu senti uma espécie de medo por não saber o que estava acontecendo. Estava com um ex-namorado que eu não via há um ano. Foi por acaso. Ele estava com o dedo dentro da minha vagina brincando, quando explodí por completo. Comecei a ter muitos orgasmos seguidos, acho que uns dez. Ele ficou muito espantado, perplexo mesmo, mas adorou. A cama ficou encharcada. Não dá para comparar com um orgasmo comum. Acho impossível existir no mundo um prazer físico que se aproxime desse.”


















Pela análise química do líquido expelido, mostrou-se que este nada tinha a ver com a urina, e sim assemelhando-se ao líquido expelido pela próstata masculina. Algumas mulheres de hoje ainda acham que urinam ao ejacular, já que a sensação que antecede a ejaculação é muito semelhante à vontade de urinar. Porém a anatomia também comprova que isso é impossível, uma vez que o músculo pubococcígeo, que se contrai na hora do orgasmo, também é responsável pela contenção urinária.

O líquido ejaculado também não tem relação com a lubrificação vaginal, uma vez que a lubrificação é feita antes do orgasmo e é produzida pelas glândulas de Bartholin, enquanto a ejaculação acontece no clímax do ato sexual e seu líquido é produzido na glândula de Skene e liberado através das glândulas de Skene e do canal da uretra.
Antropólogos relataram rituais de puberdade na tribo batoro de Uganda, onde a ejaculação feminina tem um papel importante num costume chamado “kachapati”, que significa “aspergir a parede”. Nele, a jovem batoro é preparada para o casamento pelas mulheres mais velhas da aldeia, que lhe ensinam como ejacular.
No Japão a ejaculação feminina é chamada “shiofuki”, uma palavra que também é utilizada para a fonte que sai do buraco de respirar no alto da cabeça das baleias.
Todas as mulheres podem ejacular, a questão é que a grande maioria nem sabe que isso é possível, portanto, quando a cultura sexual numa sociedade reconhece a existência ejaculação feminina, um número maior de mulheres desenvolverá essa capacidade. Se algumas mulheres têm mais sensibilidade no ponto G, e uma conjunção de fatores psicológicos, biológicos e sociais e o conhecimento do próprio corpo, então haverá maior probabilidade de ocorrer o fato.



RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES
É impressionante que, às portas do século XXI, ainda se questione a existência da ejaculação feminina. Isso, graças à completa obscuridade em que se vê relegada a sexualidade da mulher. Vamos pegar uma lanterninha, um holofote e até dedos mais iluminados e vasculhar este imenso mar desconhecido. O CIO responde às 10 perguntas mais freqüentes sobre a ejaculação feminina.

1. Afinal, ejaculação feminina existe?
Apesar de muito discutida e questionada, a ejaculação feminina existe e não é uma lenda ou mito. Quem duvida da sua existência nunca prestou muita atenção ao ver uma mulher ejacular ou então nunca ejaculou. A ejaculação feminina é um fato que já foi observado em laboratório e foi descrita há muitos séculos por Aristóteles.

2. Ejaculação feminina é uma anomalia?
A ejaculação feminina não é uma anomalia. Porém, no começo deste século, espalhou-se a falsa noção de que a ejaculação feminina nada mais era que um tipo de incontinência urinária no momento do orgasmo – algo impossível de acontecer, como veremos adiante. O certo é que a ejaculação é uma liberação de líqüido associada ao orgasmo e ao prazer da mulher e, portanto, completamente saudável. Da mesma maneira, é importante notar que a mulher que não ejacula não é doente e que o orgasmo feminino não precisa vir, necessariamente, acompanhado de ejaculação.

3. Todas as mulheres podem ejacular?
Nem todas as mulheres ejaculam e mesmo a mulher que já ejaculou pode não experimentar esse tipo de liberação toda vez que atinge o orgasmo. Nem todo dia é dia de festa… As mulheres cujas glândulas parauretrais produzem pouco líquido, ou que não são devidamente estimuladas, têm mais dificuldade de ejacular.

4. De que é feito o líqüido que a mulher ejacula? É xixi?
O líqüido expelido durante a ejaculação é claro, às vezes leitoso, ralo e geralmente inodoro. Pesquisas comprovaram que sua composição é semelhante ao líqüido produzido pela próstata nos homens. Apesar de muita gente achar que pode ser xixi, o líquido ejaculado não contém uréia e nem provém da bexiga. Aliás, seria impossível uma mulher fazer xixi no momento do orgasmo já que o músculo contraído na hora do clímax é o mesmo que segura o xixi – desta maneira, a urina jamais poderia ser liberada. Básico, não?

5. De onde vem o líqüido ejaculado?
O líqüido ejaculado é produzido pelas glândulas parauretrais que se localizam ao longo da parede vaginal, ao redor da uretra. A glândula parauretral é envolvida por um tecido erétil que é estimulado quando bem tocado. Quando o clímax é atingido, o líqüido produzido pela glândula é expelido através da abertura uretral, e não pela vagina.

6. Que tipo de estímulo leva a mulher a ejacular?
O estímulo ritmado do clitóris e do ponto G, na entrada da vagina, são os mais indicados para provocar a ejaculação na mulher. Por estar em contato íntimo com o canal uretral e as glândulas parauretrais, o ponto G parece ser de suma importância no processo da ejaculação feminina. No momento que antecede a ejaculação, a sensação se assemelha muito à vontade de fazer xixi. Talvez por este motivo muitas mulheres “travam” a ejaculação por medo ou vergonha, com receio de “urinar” no pênis do companheiro ou nas mãos da companheira. Cabe salientar aqui, para as mulheres heterossexuais, que o estímulo provocado pelos dedos parece ser bem mais efetivo no caso da ejaculação feminina do que a penetração peniana pura e simples.

7. A ejaculação feminina ajuda a lubrificar a vagina?
O líqüido ejaculado nada têm a ver com a lubrificação vaginal. A lubrificação é feita antes do orgasmo, no início do processo de excitação, e é produzida pelas glândulas de Bartholin, localizadas na entrada da vagina. A ejaculação acontece no clímax do ato sexual e seu líquido é liberado através do canal da uretra.

8. Quando foi descoberta a ejaculação feminina?
A primeira descrição da ejaculação feminina foi feita por Aristóteles, numa época em que se acreditava que o líquido expelido pela mulher também continha o sêmen necessário para a procriação. Depois que descobriram que o líquido era estéril, a ejaculação feminina foi, aos poucos, perdendo sua importância aos olhos da ciência. Porém, no século XVII, o cientista holandês Regnier de Graaf voltou a descrever a ejaculação feminina apontando sua origem nas glândulas localizadas ao longo da uretra (glândulas que depois associou, por comparação, à próstata masculina). Em 1880, o Dr. Alexander Skene, ginecologista americano, provou a existência dessas glândulas que, inicialmente foram batizadas com seu nome e hoje são mais conhecidas como parauretrais. No início do século XX, num acesso de misoginia, o meio científico reduziu a ejaculação feminina a um sintoma histérico, somatizado na forma de incontinência urinária. Mesmo nos anos 50, os relatórios Kinsey e Masters & Johnson colocaram em dúvida a existência da ejaculação feminina, dizendo ser um mito. Foi somente a partir dos anos 80, com experimentos realizados em laboratórios com voluntárias, que médicos e cientistas puderam finalmente comprovar e documentar a existência da ejaculação feminina. Examinando a composição química do líquido expelido, esses cientistas puderam constatar que, ao contrário das mentiras propagadas no começo do século, o líquido ejaculado não era de maneira nenhuma xixi, mas algo comparável ao líquido fabricado pela próstata masculina, não tendo nenhuma outra função a não ser o prazer da mulher. Nada como um pouquinho de história e ciência, não meninas?

9. Ejaculação feminina é uma espécie de inveja do pênis?
Muita gente despreza a ejaculação feminina, dizendo ser um mito, uma invenção de lésbicas feministas ou de mulheres histéricas, neuróticas e assanhadas. Uau! Quem pensa assim deveria ler mais a respeito do assunto. A ejaculação feminina existe, é um fato, e poderia incrementar bastante a vida sexual de homens e mulheres pois é algo que só aumenta o prazer e a satisfação da mulher.

10. Por que a ejaculação feminina é tão desconhecida?
O preconceito e a desinformação são os principais fatores que empurram a ejaculação feminina para dentro do armário. Sabendo de sua existência, as mulheres que nunca experimentaram a ejaculação poderiam buscá-la com maior freqüência, apesar da liberação de líquido não ser absolutamente necessária para o orgasmo (mas, sem dúvida, a ejaculação poderia aumentar esse prazer).
A ejaculação feminina é caracterizada pela excreção de líquidos pelas glândulas de Skene e expulsão durante o orgasmo. Esse líquido é claro, às vezes viscoso, ralo e geralmente inodoro, varia de 15 a 200 ml. O líquido da ejaculação feminina não deve ser confundido com o líquido da lubrificação que permite uma penetração mais fácil e também não deve ser tratado como se fosse urina, pois sua constituição é diferente desta.
Nem todas as mulheres ejaculam e, mesmo as que o fazem, não ejaculam sempre, ela ocorre com maior facilidade pela estimulação do ponto G. Considerando o ponto G um homólogo da próstata masculina, podemos entender por que o líquido que algumas mulheres expelem é similar ao do homem, sem conter espermatozóides.
Embora até hoje ainda muitos afirmem que a ejaculação feminina é uma lenda ou mito, a ejaculação feminina é um fato observado em laboratório e descrito por Aristóteles e na medicina grega da antiguidade, que acreditava que o líquido expelido era importante na fecundação (Cláudio Galeno 131 – 200). A ejaculação feminina está descrita em várias culturas, por exemplo nos rituais tântricos da Índia.
O anatomista italiano da Renascença Realdo Colombo (1516 – 1559) referiu a ejaculação feminina quando ele explicou as funções do clitóris. E o anatomista holandês Reigner de Graaf (1641 – 1673) descreveu a mucosa membranosa da uretra em detalhes e escreveu que “a substância podia ser chamada muito adequadamente de prostatae feminina ou corpus glandulosum’ (…). A função da prostatae é gerar um suco pituito-seroso, que torna a mulher mais libidinosa. (…) Aqui também deve-se notar que o corrimento da prostatae feminina causa tanto prazer quanto o da próstata masculina”. De Graaf associou a ejaculação feminina a glândulas presentes ao longo da uretra. Essas glândulas foram descritas em 1880 pelo ginecologista escocês Alexander Skene (1837 – 1900), levando então o seu nome.
Ainda no início do século XX, o meio científico defendeu que a ejaculação feminina seria um sintoma de histeria, somatizado na forma de incontinência urinária.
Em 1926, o médico e sexologista holandês Theodoor Hendrik van de Velde (1873-1937) publicou um manual sobre o casamento, onde mencionava que algumas mulheres expelem um líquido durante o orgasmo. Em 1950, o sexólogo alemão Ernst Gräfenberg (1881-1957) descreveu detalhadamente a ejaculação da mulher em relação ao prazer: “Esta expulsão convulsiva de fluidos ocorre sempre no apogeu do orgasmo e simultaneamente com ele. Se se tem a oportunidade de observar o orgasmo dessas mulheres, pode-se ver que grandes quantidades de um líquido límpido e transparente são expelidas em esguichos, não da vulva, mas pela uretra (…). As profusas secreções que saem com o orgasmo não têm um objetivo lubrificador, pois nesse caso seriam produzidas no início do coito e não no auge do orgasmo.”

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